Amor a primeira vista existe?

 

#imagemmeramenteilustrativacomumfundoderazão

É fato que fica mais bonito explicar de uma forma mais artística o porque das coisas, desde que haja fundamento para isso. O ser humano desde os tempos antigos procura meios de explicar as emoções humanas e os seus porquês. Agora, amor a primeira vista existe mesmo ou é balela de pombo apaixonado?

O que existe realmente é algo tão primitivo quanto o acasalamento. Desejo sexual!

A resposta está no seu cérebro! Sim, o seu computador biológico composto mais por água do que massa, é o responsável por todas a alterações hormonais e químicas que ocorrem em seu corpo naquele exato momento em que se depara diante daquela pessoa.

Características como cheiro, visão, voz ou caricias podem desencadear “aquela vontade” tão rápido quanto um raio. Ou seja, qualquer um dos sentidos humanos pode provocar  um desejo sexual, tão repentino, que você sente “borboletas no estômago”, taquicardia, pupilas dilatadas e etc.

Este estimulo sexual, é formado por várias substâncias liberadas pelo seu cérebro, hormônios e neurotransmissores alteram o seu comportamento a ponto de você ser capaz de fazer qualquer coisa para conseguir ter a(o) ser amada(o) a sua disposição o mais próximo (e rápido) possível, agindo até de forma passional com “loucuras de amor”.

Claro que você tem o direito em acreditar no que quiser:

A ciência: um desejo biológico primitivo de perpetuação da espécie.

O mito: Um garoto com asas da mitologia grega que ao acertar alguém, fazia o(a) fulano(a) se apaixonar.

A novela: A tampa da panela, a metade da laranja, sua cara metade, a goiabada do queijo, e entre outros

 

Moral da história.

Contrariando os românticos e os excessivamente otimistas amorosos, o amor a primeira vista não existe. Desculpem.

Thanks CatracaLivre

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